

Pacientes submetidos a procedimentos neurocirúrgicos podem evoluir com eventos de tromboembolismo venoso e com hematomas pós-operatórios. Alguns trabalhos foram realizados visando identificar esses pacientes, sendo que, quanto às últimas situações, a tromboelastometria já mostrou sua utilidade em pacientes submetidos a cirurgias cardíacas e transplantes hepáticos.
Dessa maneira, já está documentado que pacientes submetidos à neurocirurgia podem mostrar parâmetros tromboelastográficos compatíveis com hipercoagulabilidade, que seria mais pronunciada nos pacientes submetidos à craniotomia, sendo isso evidenciado desde as fases iniciais de abordagem do tecido cerebral.
Abrahams JM, Torchia MB, Mcgarvey M, Putt M, Baranov D, Sinson GP. Perioperative assessment of coagulability in neurosurgical patients using thromboelastography. Surg Neurol 2002; 58:5-12. Goobie SM, Soriano SG, Zurakowski D, McGowan FX, Rockoff MA. Hemostatic changes in pediatric neurosurgical patients as evaluated by thromboelastograph®. Anesth Analg 2001; 93:887-892.

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