

A tromboelastografia/tromboelastometria permite várias avaliações, como uso de heparina (prolongamento do tempo "r"), quantificação da ação de drogas antiplaquetárias (redução da amplitude máxima) e efeito de agentes trombolíticos (aumento da lise do coágulo).
Estados de hipercoagulabilidade (protrombóticos) podem ser evidenciados através do aumento da ângulo alfa e da amplitude máxima. Existem trabalhos recentes relatando que a amplitude máxima no período pós-operatório pode ter valor preditivo para complicações trombóticas, incluindo infarto agudo do miocárdio. A tromboelastografia também é exame fundamental para ajustes de anticoagulação em pacientes com insuficiência cardíaca avançada portadores de Dispositivos de Assistência Ventricular (ventrículos artificiais).
McCrath DJ, Cerboni E, Frumento RJ, Hirsh AL, Bennett-Guerrero E. Thromboelastography maximum amplitude predicts postoperative thrombotic complications including myocardial infarction. Anesthesia and Analgesia, 100: 1576-1583; 2005. Mousa SA, Bozarth JM, Seiffert D, Feuerstein GZ. Using thromboelastography to determine the efficacy of the platelet glycoprotein IIb/IIIa antagonist, roxifiban, on platelet/fibrin-mediated clot dynamics in humans. Blood Coagulation and Fibrinolysis, 16: 165-171; 2005.Wenker OC, Wojciechowski Z, Sheinbaum R, Zisman E. thromboelastography. The Internet Journal of Anesthesiology, 1; 2000.

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