

A avaliação de risco hemorrágico em paciente a ser submetido à cirurgia deve se basear na história hemorrágica do paciente e dos seus familiares. Além disso, também existe uma classificação de risco hemorrágico de acordo com o porte da cirurgia a ser realizada e para cada uma delas são indicados diferentes testes de avaliação da hemostasia.
Risco |
Tipo |
Exemplos |
Baixo |
Envolvendo órgão não vitais, local cirúrgico exposto, dissecção limitada |
Biópsia de linfonodo, exodontia |
Moderado |
Envolvendo órgão vitais, dissecção profunda e limitada |
Laparotomia, toracotomia, mastectomia |
Alto |
Ocorrência de sangramento provavelmente compromete o resultado cirúrgico, complicações hemorrágicas freqüentes |
Neurocirurgia, cirurgia oftalmológica, derivação cárdio-pulmonar, cirurgia prostática, cirurgia para cessar sangramentos |
Neste contexto se insere a tromboelastometria/tromboelastografia, que permite uma avaliação global dos mecanismos de formação do coágulo e também vias específicas, como o TP, TTPA, fibrinogênio e função plaquetária.

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